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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

7 conceitos sobre a atenção das crianças


Sucesso na Espanha, autora canadense Catherine L'Ecuyer defende a volta ao simples e menos estímulos eletrônicos para as crianças.
Silêncio, menos telas, mais paciência, mais proximidade entre a família e a criança e maior chance ao protagonismo na escola. Em uma palestra no Seminário Internacional de Educação Integral, em São Paulo (SP), a canadense Catherine L’Ecuyer apresentou os principais conceitos tratados no livro endereçado a pais e professores “Educar na Curiosidade” (190 págs., Edições Fons Sapientiae).

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Mãe de quatro filhos, Catherine mora em Barcelona, na Espanha, onde trabalhou como consultora de negócios, professora universitária e atualmente colabora com o grupo de pesquisa mente-cérebro da Universidade de Navarra. Deste último trabalho, traz uma compilação de “neuromitos”, conceitos de neurociência mal-interpretados que são replicados de maneira errada na educação, como na brincadeira do telefone sem fio. Entre eles, está a ideia do período crítico de aprendizagem que iria do zero aos três anos. Bobeira, segundo ela.

Educação 2030: Pense em trabalhar habilidades, esqueça a profissão

A autora canadense também tenta pôr panos quentes na competição que muitas vezes começa na educação infantil. Na esperança de estarem diante de um Baby Einstein, escolas, pais e responsáveis precisam entender que “quanto antes e mais, melhor” é equivocada. No livro, esta reflexão é explorada com maiores detalhes. “Eles não vão ficar para trás. Não vão perder nenhum trem, porque o trem das novas tecnologias não se perde. (…) A grande maioria das novas tecnologias que existem quando a criança tem três anos provavelmente não existirá quando ela chegar ao ensino fundamental, ao ensino médio ou ao mercado laboral”.

Durante sua participação no seminário, a autora reiterou que não existem estudos que defendam o estímulo ao uso de tecnologia nos primeiros anos de vida. Muito melhor, segundo ela, é prestar atenção com a criança e à criança.

Veja abaixo 7 ideias que extraímos de sua apresentação:

1. Atenção prolongada é diferente de fascinação
A atenção é uma atitude de descobrimento, de abertura ante à realidade sem o uso filtros. Isso acontece quando a criança é protagonista de sua aprendizagem. A fascinação, por outro lado, é uma atitude passiva, de alguém que está acostumado a receber estímulos externos.

2. A verdadeira atenção nasce em contato com a realidade
A realidade cotidiana deve ser encarada como um lugar privilegiado para a aprendizagem. É tocar a terra úmida, morder uma fruta, observar gotas de água caindo. É preciso resgatar atividades e brincadeiras que requerem paciência – em contraposição ao ritmo frenético dos desenhos animados e jogos eletrônicos. “Não sei como é no Brasil, mas na Espanha as crianças vão para a escola com tênis de velcro porque não há tempo nem para desamarrá-los!”, disse.

“Não sei como é no Brasil, mas na Espanha as crianças vão para a escola com tênis de velcro porque não há tempo nem para desamarrá-los!”

3. Sem sentido não há atenção
Existe uma frase da autora Meg Wolitzer que nos ajuda a entender o presente: “É uma geração que tem informação, mas não tem contexto. Manteiga, mas não o pão. Vontade, mas não o desejo”.

4. Na infância, o jogo desestruturado é fundamental
O jogo é chave para a aprendizagem porque permite às crianças serem protagonistas, como quando levam um balde de água de um lugar ao outro na praia sem derramar nenhuma gota ou quando planejam a construção de uma casa na árvore. Os estudos demonstram que jogos desestruturados são importantes para o desenvolvimento das funções executivas (autocontrole, planejamento, flexibilidade), habilidades que influenciam o êxito acadêmico ao longo da vida.

5. Neuromitos
Segundo Catherine, neuromito é uma interpretação errada da literatura de neurociência pelo campo da educação. Como exemplo, a autora menciona o período crítico de aprendizagem que iria do zero aos três anos de idade (há períodos sensíveis, mas não críticos, ou seja, podem acontecer um pouco mais tarde). Outro, “é preciso enriquecer o entorno das crianças para que possam aprender mais”, quando, na verdade, isso não é necessário porque o cérebro tem uma produção de conexões que é automática. E conclui: “Isso nos leva à situação de que mais é visto como melhor, e por isso bombardeamos as crianças com estímulos”.

6. Multitarefa é a grande inimiga da atenção
A psicologia e a neurociência dizem que não conseguimos fazer duas coisas ao mesmo tempo quando precisamos processar informação. E isso encontra exemplos no mundo real. Um estudo de 2007 menciona que a crença na multitarefa custou à economia americana US$ 650 milhões em erros naquele ano – mesmo antes de WhatsApp entrar no lugar de trabalho. Na educação, isso resulta em maior dificuldade de aprendizagem e perda de sentido do conteúdo.

“Estou convencida que a crise educativa é uma crise de atenção”

7. ‎Sem atenção não há aprendizagem
Estou convencida que a crise educativa é uma crise de atenção. Nas provas do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos, feito a cada três anos), sabemos que a partir do minuto 15 os erros tendem a se repetir com maior frequência. As crianças precisam saber que estamos prestando atenção com elas. No ramo da psicologia, é o que se chama de “atenção conjunta”. Antes de prestar atenção a um objeto, a criança olha como seu principal cuidador olha o objeto. Se ele olha com interesse, a criança faz o mesmo. Também precisamos prestar atenção aos nossos filhos para que eles aprendam a prestar atenção.

Fonte: copiado de http://porvir.org

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Consumo de álcool aumenta o risco de câncer bucal


Um grupo de pesquisadores (Takamori et. al.,2017) publicaram recentemente, na Genetics and Molecular Research, uma pesquisa onde conclui que o álcool pode ativar genes significativamente associadas ao risco de câncer bucal.
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Do ponto de vista epidemiológico, o consumo de álcool está associado ao surgimento do câncer bucal ao interferir nos mecanismos de síntese e reparo do DNA. Do ponto de vista genético, os alelos variantes nos genes que codificam as enzimas do álcool (CYP2E1 e ADH) e o metabolismo do acetaldeído (ALDH2) podem desempenhar um papel importante na gênese do câncer bucal. As ações diretas ou indiretas do álcool no DNA aumentam o risco de câncer bucal de acordo com o período de exposição, e o risco é significativamente reduzido após cessar a exposição. A incidência de câncer bucal é maior em indivíduos entre 50 e 70 anos, mas alguns estudos indicam uma tendência decrescente de idade.

Aproximadamente 80% dos cânceres bucais são atribuídos ao consumo isolado de tabaco ou ao consumo de álcool e tabaco. A literatura epidemiológica documentou extensivamente uma associação entre consumo de álcool e câncer bucal, bem como uma susceptibilidade hereditária genética.

Na pesquisa, o grupo de amostra foi formado por 301 pacientes, sendo 159 controles sem antecedentes de câncer e 142 pacientes com câncer bucal. O DNA genômico foi extraído de amostras de sangue periférico e os genótipos foram determinados por PCR-RFLP. Identificou-se que o vício do álcool aumenta aproximadamente 2,5 vezes o risco de desenvolver câncer bucal quando comparado a indivíduos que não consomem álcool. Consumir mais de 30g / dia de álcool aumenta aproximadamente 3 vezes o risco de câncer bucal quando comparado com um menor consumo.


Fonte: Takamori et. al.,2017. Alcohol metabolizing gene polymorphisms and their relationship with oral cancer risk and clinicopathological features. Genet. Mol. Res.: 16(4): 1-13. DOI: 10.4238/gmr16039829.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Como os bebês Zika estão vivendo

À medida que os primeiros bebês nascidos com dano cerebral da epidemia de Zika se tornam crianças de 2 anos, os mais gravemente afetados estão ficando mais atrasados ​​em seu desenvolvimento e exigirão uma vida de cuidados, de acordo com um estudo publicado pelos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças.

O estudo, o primeiro a avaliar de forma abrangente alguns dos bebês Zika mais antigos do Brasil, focou em 15 das crianças mais deficientes nascidas com cabeça anormalmente pequena, uma condição chamada microcefalia. Com cerca de 22 meses de idade, essas crianças tiveram o desenvolvimento cognitivo e físico de bebês menores de 6 meses. Eles não podiam sentar-se ou mastigar, e praticamente não tinham linguagem.

Não está claro quantos dos quase 3.000 bebês do Brasil, nascidos com microcefalia, terão resultados tão graves quanto as crianças no estudo, mas as experiências dos médicos que trabalham no Brasil sugerem que podem ser centenas.

O novo estudo, realizado com o Ministério da Saúde do Brasil e outras organizações, avaliou crianças no estado da Paraíba, parte da região nordeste do Brasil, que se tornou o epicentro da crise de Zika. Os pesquisadores inicialmente, estudaram 278 bebês nascidos na Paraíba entre outubro de 2015 e o final de janeiro de 2016.

As crianças foram avaliadas quando tinham entre 19 e 24 meses de idade. Quatro dos 19 avaliados tiveram muito poucos sintomas ou dificuldades de desenvolvimento, e os pesquisadores concluíram que eram "mal classificados" como bebês Zika, possivelmente devido a erros nos testes de laboratório ou na medição da cabeça.

Mas 15 crianças, oito meninas e sete meninos apresentaram uma série de sintomas, a maioria dos quais não melhorou desde a infância. Todos tiveram habilidades motoras severamente prejudicadas, com todas as crianças, exceto um, que atendem as condições para o diagnóstico de paralisia cerebral. A maioria tinha convulsões e problemas para dormir. Oito foram hospitalizados em algum momento, a maioria por bronquite ou pneumonia. Nove tiveram dificuldade em comer ou engolir, o que pode ser fatal porque os alimentos podem ficar presos nos pulmões ou as crianças podem sofrer mal nutrição.

Estudo na Fundação Altino Ventura, que avalia 285 bebês Zika no estado de Pernambuco, um grupo de 40 crianças revelou que elas não estão balbuciando ou fazendo sons de linguagem, muitos não conseguem nem engolir leite regular, alguns precisam de tubos gástricos e apenas dois dos 40 estão caminhando. Os outros estão tendo problemas até para segurar a cabeça.

Agora, o número de bebês nascidos com complicações de Zika diminuiu à medida que as pessoas na região ganham imunidade depois de serem picadas por mosquitos infectados durante a crise e algumas mulheres estão tomando precauções para prevenir a infecção durante a gravidez. No entanto, o Dr. Ernesto Marques, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Pittsburgh e Fundação Oswaldo Cruz em Recife, disse que cerca de 3 por cento das 1.000 mulheres gravidas em uma amostra recente foram infectadas com Zika.

No Brasil, o futuro dos bebês Zika é complicado pela pobreza. A maioria desses bebês são de baixa condição socioeconômica e dependem do sistema de saúde pública. As intervenções mais promissoras incluem terapia de visão e óculos fornecidos a bebês pela Fundação Altino Ventura e injeções de Botox que ajudaram a relaxar os músculos rígidos.

Muitos bebês superaram seus choros intensos e irritabilidade precoce e parecem poder acalmar-se ou ser acalmados por suas mães. Em alguns dos casos graves, no entanto, o tratamento como a terapia física e ocupacional só pode tornar as crianças mais confortáveis ​​e não melhorar seu desenvolvimento. É preciso continuar trabalhando nesta questão e tentar descobrir o que está acontecendo com esses bebês.

Fonte: The New York Times

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

8 em cada 10 crianças acessam a internet. E o que elas veem merece a atenção da escola

Pesquisa TIC Kids Online Brasil 2016 mostra que a maioria usa o celular como meio para acessar conteúdos online e 41% diz ter presenciado alguma forma de discriminação.

No momento em que o mundo adulto se vê diante da polarização política acirrada por bolhas criadas pelas redes sociais, olhar para o que as crianças e adolescentes fazem na internet se torna essencial tanto para protegê-los quanto para evitar que repitam ou sejam expostos a comportamentos abusivos, posts de intolerância e conteúdo violento.

Esse raio x foi feito pela pesquisa TIC Kids Online Brasil, do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), que tenta compreender desde 2012 como usuários com 9 a 17 anos lidam com os riscos e oportunidades da internet. Com abrangência nacional, a pesquisa feita em 2016 contempla 5.998 entrevistas, sendo 2.999 com crianças e adolescentes e 2.999 com seus pais ou responsáveis.

Os resultados mostram que cerca de oito em cada dez (82%) crianças e adolescentes nesta faixa etária usavam a internet em 2016, o que corresponde a 24,3 milhões de usuários. As desigualdades sociais também impactam a distribuição do acesso, uma vez que ainda falta ao país incluir uma parcela de 5,2 milhões de crianças e adolescentes, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e provenientes de famílias de baixa renda. Em áreas urbanas, 86% das crianças e adolescentes estavam conectados, em áreas rurais, mas essa proporção era de 65%. Na região Sudeste, 91% das crianças e adolescentes declararam ser usuários de Internet; no Norte, apenas 69%.

Como apontado pela pesquisa TIC Educação, do próprio Cetic.br, e pelo relatório Horizon Report, feito pelo New Media Consortium, crianças e adolescentes preferem os dispositivos móveis. A TIC Kids Online Brasil registrou que 91% se conectavam à rede pelo celular em 2016, único meio em que a diferença entre as classes sociais se dissipa.

Se mais crianças e adolescentes estão conectados, a chance de exposição a conteúdo impróprio também aumenta e isso coloca familiares, educadores e responsáveis por políticas públicas em alerta. A pesquisa mostrou que, em 2016, 41% dos usuários de 9 a 17 anos (e na maioria meninas) declararam ter visto alguma forma de discriminação. Dentro deste recorte, a maior parte diz ter testemunhado discriminação pela cor (24%), pela aparência física (16%) ou por alguém que gostava de pessoas do mesmo sexo (13%). Também são relevantes os casos de preconceito pela religião (10%) ou simplesmente por alguém ser pobre (8%).

Uma vez online, as crianças também são alvo de publicidade de brinquedos e outros itens de consumo, o que provoca a necessidade do debate sobre promoção proteção de direitos. Cerca de 48% das crianças e jovens entre 11 e 17 anos buscaram informações sobre marcas e produtos (alta de 19 pontos porcentuais desde 2013).

Outro ponto é que 7 em cada 10 crianças acessam a rede com a supervisão de pais ou responsáveis. Geralmente, crianças cujos pais têm escolaridade mais alta e que estão nas classes A e B se sentem mais protegidas.

No artigo “Mediação do acesso de crianças à comunicação mercadológica”, as pesquisadoras Inês Sílvia Vitorino Sampaio e Andréa Pinheiro Paiva Cavalcante mencionam que, salvo em casos pontuais, as crianças não colocam a escola como um espaço de reflexão e crítica sobre publicidade online. Esta argumentação está presente na pesquisa Publicidade Infantil em Tempos de Convergência, conduzida por meio de uma parceria entre o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) e o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística – Ibope Inteligência, em atendimento a uma demanda do Ministério da Justiça.

Segundo as autoras, a origem do problema estaria em uma falha coletiva. “A regulamentação da comunicação mercadológica no Brasil é uma temática praticamente ausente na comunicação midiática. Não surpreende, portanto, o desconhecimento dos pais acerca dessa questão. Na medida em que o assunto também permanece como uma temática lacunar em escolas, ele mantém-se como um tópico desconhecido pelas crianças ouvidas na presente investigação”, diz o texto.

Fonte: http://porvir.org

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Bebida energética deve ser proibida para menores de 16 anos

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Um dos principais sindicatos da Grã-Bretanha está pedindo que as escolas sejam proibidas de vender bebidas energéticas a crianças menores de 16 anos devido à grande quantidade de cafeína que elas contêm. Essas bebidas podem causar dores de cabeça e palpitações, além de contribuir para o mau comportamento. Na Europa, as crianças até 10 anos estão comprando as bebidas a um custo mais barato do que a água e as bebidas efervescentes (NASUWT).

Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir) apontam que as vendas de energéticos no Brasil tiveram um crescimento de 152% nos últimos dez anos.

Uma lata de 500 ml de bebida energética contém cerca de 160 mg de cafeína, que é equivalente a duas doses de café expresso. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar recomenda que crianças de 11 anos consumam não mais de 105mg de cafeína por dia e as latas exibem avisos de que as bebidas são não recomendadas para crianças.

Os pesquisadores apontam que os jovens do Reino Unido estão entre os maiores consumidores de bebidas energéticas, em comparação com os de outros países europeus. No Reino Unido, as vendas das bebidas aumentaram 185% entre 2006 e 2015, com 672 milhões de litros consumidos em 2015 e um valor de mercado total superior a £ 2 bilhões (News-Medical.Net, 2017).

Considerado um dos maiores do mundo, o mercado brasileiro de bebidas energéticas movimenta cerca de R$ 1,5 bilhões por ano. Apenas em 2015, estima-se que foram consumidas no país mais de 390 milhões de latas e, de acordo com pesquisas especializadas, o brasileiro quer mais (Exame, 2016).

Na Europa, os  governos estão sendo convidados a considerar como ilegal a venda de  bebidas energéticas para crianças menores de 16 anos nas instalações das escolas (News-Medical.Net, 2017).

As bebidas energéticas foram criadas por um empresário austríaco em 1989. Sua principal função é a de fornecer mais energia, através da estimulação do metabolismo. São compostas de vitamina B, ingredientes de ervas exóticas e metilxantinas, cafeína, ginkgo biloba, glucoronolactona, creatina, maltodextrina, taurina, inositol, guaraná e ginseng, sendo esta a combinação perfeita para dar mais energia. A cafeína atua como estimulante no Sistema Nervoso Central (SNC), o que acaba resultando no aumento da atenção pela liberação de adrenalina e de cálcio, que auxiliam nas contrações musculares mais afetivas. A princípio, os energéticos foram desenvolvidos para o público noturno, sendo comercializados como uma bebida revigorante. No entanto, hoje, o perfil do consumidor é mais amplo: abrange pessoas de diversas idades e é usado para os mais variados fins (FOOD INGREDIENTS BRASIL, 2012).


Por: R. Borges; folhacientifica.com.br  11 de dezembro de 2017