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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Efeitos da rede social no desempenho acadêmico dos estudantes


No mundo de hoje, as crianças podem acessar a Internet e os aplicativos de mídia social de diversos meios, incluindo iPads, tablets, desktops, laptops e smartphones.  Observamos que as redes sociais tornaram - se parte integrante da vida social de nossos filhos e que pode ser vista como uma plataforma de aprendizado que pode ser utilizada para melhorar o envolvimento e o desempenho dos alunos. Redes sociais e ferramentas de mídia oferecem às crianças em idade escolar a oportunidade de se comunicar, entrar em contato, acessar informações, pesquisar e conversar.
Resultado de imagem para rede social no desempenho dos estudantes

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Câncer de Pele: tipos e fatores de risco.


A pele é o maior órgão do nosso corpo, reveste e assegura grande parte das relações entre o meio interno e o externo. Além disso atua na defesa e colabora com outros órgãos para o bom funcionamento do organismo, como no controle da temperatura corporal e na elaboração de metabólitos. É constituída de derme e epiderme, tecidos intimamente unidos, que atuam de forma harmônica e cooperativa. No entanto, as doenças de pele estão entre as maiores causas de incapacitação no planeta, dentre elas, temos os cânceres de pele.

Pele Humana
Pele humana. Imagem disponível em: https://www.todamateria.com.br/pele-humana/

O câncer é uma patologia de etiologia multifatorial, resultante, principalmente, de alterações genéticas, fatores ambientais e do estilo de vida. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), câncer é o nome dado a um conjunto de mais de cem doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo metastizar-se. Dividindo-se rapidamente, tais células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, gerando a formação de tumores ou neoplasias malignas.

Entre os diferentes tipos de câncer, que correspondem às várias células do corpo, destaca-se o câncer de pele, que se apresenta sob a forma de duas variantes: melanoma e não melanoma. Parece haver relação entre a cópia do fator p53 mutado e câncer de pele, sendo este maligno em mais de 50% dos humanos. O p53 é um gene supressor tumoral encontrado em muitos tumores malignos e benignos, cuja função primária é manter as células em estado de repouso, após um dano ao DNA.

O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no ser humano. O termo câncer de pele não melanoma abrange o carcinoma basocelular, mais frequente, e o espinocelular. O impacto do câncer de pele não melanoma para a saúde pública é elevado e, apesar de não representar ameaça à vida, pode causar prejuízos estéticos significativos aos pacientes, pois surge com mais frequência na pele constantemente exposta ao sol, da região da cabeça e do pescoço e especialmente da face.

O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Apresenta altos percentuais de cura, se for detectado e tratado precocemente. Entre os tumores de pele, é o mais frequente e de menor mortalidade, porém, se não tratado adequadamente pode deixar mutilações bastante expressivas. Mais comum em pessoas com mais de 40 anos, o câncer de pele é raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas. Porém, com a constante exposição de jovens aos raios solares, a média de idade dos pacientes vem diminuindo. A estimativa de novos casos no Brasil é de: 165.580, sendo 85.170 homens e 80.140 mulheres (2018 - INCA). O número de mortes no Brasil: 1.958, sendo 1.137  homens e 821 mulheres (2015 – SIM).

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Pele com sinais não melanoma. Imagem disponível em: https://oncologiaavancada.wordpress.com/2014/10/14/pele-nao-melanoma/

 O câncer de pele do tipo melanoma tem baixa incidência e alta letalidade, ou seja, aparece muito raramente, mas tem repercussões mais graves para os pacientes, podendo levar à morte. O melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão. É o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos). A estimativa de novos casos no Brasil é de: 6.260, sendo 2.920 homens e 3.340 mulheres (2018 - INCA). Número de mortes no Brasil:  1.794, sendo 1.012  homens e 782 mulheres (2015 – SIM).

Câncer de Pele Melanoma – O que é, Sintomas e Tratamentos
Melanoma maligno. Imagem disponível em: https://www.saudedica.com.br/cancer-de-pele-melanoma-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/

Originado das células que produzem o pigmento da pele (melanócitos), é o câncer de pele mais perigoso. Frequentemente envia metástases para outros órgãos que podem levar o paciente ao óbito, sendo de extrema importância o diagnóstico precoce para a sua cura.

O melanoma pode surgir a partir da pele sadia ou a partir de "sinais" escuros (os nevos pigmentados) que se transformam. Apesar de ser mais frequente nas áreas da pele comumente expostas ao sol, o melanoma também pode ocorrer em áreas de pele não expostas. Pessoas que possuem sinais escuros na pele devem se proteger dos raios ultra-violeta do sol, que podem estimular a sua transformação. Por isso, qualquer alteração em sinais antigos, como: mudança da cor, aumento de tamanho, sangramento, coceira, inflamação, surgimento de áreas pigmentadas ao redor do sinal justifica uma consulta ao dermatologista para avaliação da lesão. Além disso, algumas características dos sinais podem recomendar o exame, portanto conheça o ABCDE do melanoma:
Assimetria: formato irregular
Bordas irregulares: limites externos irregulares
Coloração variada: (diferentes tonalidades de cor)
Diâmetro: maior que 6 milímetros
Evolução: crescimento periódico

Câncer de pele 
Identificação do câncer de pele. Imagem disponível em: http://www.minutosaudeestetica.com.br/postagens/2015/10/10/cancer-de-pele/

É importante saber que o melanoma, quando ainda está restrito à camada mais superficial da pele, não emite metástases para outros órgãos e pode ser curado pela retirada cirúrgica da lesão.

A exposição excessiva e crônica ao sol constitui o principal fator de risco para o surgimento dos cânceres de pele não melanoma. Em relação ao melanoma, no geral, um maior risco inclui história pessoal ou familiar de melanoma, além da exposição esporádica e intensa ao sol com consequente queimadura solar em mais de um episódio. Outros fatores de risco para todos os tipos de câncer da pele incluem sensibilidade da pele ao sol (pessoas de pele mais clara são mais sensíveis à radiação ultravioleta do sol), doenças imunossupressoras e exposição solar ocupacional.

A proteção contra luz solar consiste na atitude mais eficaz à prevenção do câncer de pele. O uso de protetores solares aplicados à pele antes da exposição solar é a estratégia de proteção mais adotada pela população. O fator de proteção solar ou FPS vem descrito na embalagem dos protetores e consiste em um método bem aceito mundialmente para a avaliação da eficácia. Baseia-se na habilidade de proteger contra o eritema solar (vermelhidão após a exposição solar) e se expressa por meio de um número. O FPS de um protetor ter valor igual a 15, por exemplo, significa que, em laboratório, a aplicação de 2 mg do produto a uma área da pele com 1 cm2 aumenta em 15 vezes a resistência dessa região à irradiação solar. No entanto, não existe ainda evidência suficientemente consistente para sugerir que, isoladamente, o uso de protetor solar com alto FPS previna o carcinoma basocelular, o mais comum dos cânceres de pele.

Torna-se, portanto, imprescindível advertir a população de que a fotoproteção para prevenir o câncer de pele engloba não só o uso dos protetores solares, mas principalmente a prática de medidas comportamentais durante o período diurno, entre elas: usar camisas de manga longa, calças compridas e boné ou chapéu, estes últimos, com abas mais largas preferencialmente; utilizar óculos de sol, sombrinha ou guarda-sol; e evitar, sempre que possível, realizar atividades laborais ou recreativas ao ar livre durante as horas mais quentes do dia, ou seja, entre 10 horas e 16 horas.

O diagnóstico precoce e acurado de lesões iniciais e com dimensões menores implica menos chance de deformidades/cicatrizes inestéticas e, até mesmo, de algum prejuízo funcional em decorrência do tratamento cirúrgico do câncer de pele não melanoma. Além disso, a habilidade de suspeição diagnóstica por parte do profissional de saúde em relação a esse câncer permite, muitas vezes, que o paciente com múltiplos fatores de risco receba medidas educativas referentes à exposição solar mais precocemente. No caso do melanoma, o diagnóstico precoce significa preservar a vida do paciente, uma vez que a presença de metástases associa-se à mortalidade elevada e o diagnóstico de lesões iniciais, com espessura ainda inferior a 1 mm, mostra-se como único tratamento realmente efetivo disponível na atualidade.

O médico dermatologista deve ser procurado quando se perceber o surgimento de manchas ou pintas/sinais novos na pele, ou ainda de mudança nas características de manchas ou pintas antigas (mudança de tamanho, de forma ou de cor). É necessário atentar também às feridas que não cicatrizam em quatro semanas. O diagnóstico do câncer de pele envolve principalmente o exame clínico, feito por meio da inspeção visual da pele do paciente, e a análise histopatológica por meio de biópsia da lesão, que está indicada quando, ao exame clínico, houver suspeita de câncer de pele não melanoma ou de melanoma.


Fonte de pesquisa:
Caroline Sousa Costa: Epidemiologia do câncer de pele no Brasil e evidências sobre sua prevenção. Diagn Tratamento. 2012;17(4):206-8;


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

A testosterona não é o único hormônio necessário para o desenvolvimento do pênis

Um novo estudo revelou que a testosterona, produzida e liberada pelos testículos, não é o único hormônio envolvido no desenvolvimento fetal do pênis masculino. Acredita-se agora que o processo de masculinização também envolve um hormônio chamado androsterona, que se origina em outros tecidos, incluindo a placenta.

Feto no útero


Os resultados não só esclareceram um caminho de masculinização "desconhecido" anteriormente desconhecido, mas também poderiam explicar a ligação entre a disfunção placentária e os distúrbios do desenvolvimento genital masculino.

Durante o desenvolvimento fetal masculino, a testosterona dos testículos é convertida no hormônio sexual masculino 5α-diidrotestosterona (DHT) pelo tubérculo genital - a estrutura primordial que se desenvolve em um pênis ou clitóris.
Em um em alguns milhares de casos, os bebês nascem com genitália “ambígua”, em que seu gênero não é muito claro. Anteriormente, o entendimento era de que isso é causado por problemas associados à testosterona.
No entanto, estudos recentes mostraram que o desenvolvimento do pênis também depende de uma segunda via alternativa ou “backdoor”, em que o DHT é produzido independentemente da testosterona dos testículos. No entanto, os detalhes dessa outra via permaneceram obscuros, incluindo a fonte DHT.
Conforme relatado na revista PLOS Biology , Fowler e colaboradores em Glasgow, França e Suécia conduziram um estudo que explica mais sobre este segundo processo.
Usando espectrometria de massa, a equipe mediu os níveis de hormônios esteróides no plasma e no tecido fetal durante o segundo trimestre - a fase mais vital para o desenvolvimento do pênis. Os pesquisadores também mediram a expressão gênica em tecidos conhecidos por estarem envolvidos na síntese de hormônios.
O estudo revelou que o hormônio androsterona, que também pode ser convertido em DHT, era o principal hormônio esteróide presente no sangue do feto masculino e que tanto a androsterona quanto a testosterona estavam presentes em níveis mais baixos na circulação feminina.
Além disso, as enzimas necessárias para converter a androsterona em DHT estavam principalmente presentes em tecidos não gonadais, incluindo a placenta e o fígado.
Dado que androsterone pode ser feito de progesterona, Fowler e seus colegas sugerem que a progesterona placentária é a fonte de androsterona na via alternativa.

Nossos resultados demonstram que a masculinização do feto masculino depende não apenas dos testículos, mas também de outros tecidos, principalmente da placenta. Eles também sugerem uma explicação para por que distúrbios da insuficiência placentária podem levar a hipospádia e outras anormalidades de crescimento da genitália externa masculina ”.
Fonte: https://www.news-medical.net/news/20190215/Testosterone-is-not-the-only-hormone-needed-for-penis-development.aspx

Lúpus pode estar ligado a desequilíbrios no microbioma intestinal


Estudo pioneiro associa a bactéria Ruminococcus gnavus aos sintomas da doença

A doença lúpus eritematoso sistêmico (LES) - conhecida pelos ataques às articulações, pele e rins que são executados pelo sistema imunológico - está ligada a uma mistura anormal de bactérias no intestino, de acordo com um novo estudo conduzido por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Nova Iorque.
R.gnavus

Embora os desequilíbrios bacterianos tenham sido associados a muitas doenças relacionadas ao sistema imunológico, incluindo doenças inflamatórias intestinais, artrite e alguns tipos de câncer, os autores do estudo dizem que seus experimentos são a primeira evidência detalhada de uma ligação entre esses desequilíbrios bacterianos e formas de LES que, potencialmente, oferecem risco de vida.
O novo estudo, publicado no Annals of Rheumatic Diseases on-line, no dia 19 de fevereiro, mostrou que 61 mulheres diagnosticadas com LES tinham cerca de cinco vezes mais bactérias intestinais conhecidas como Ruminococcus gnavus, do que 17 mulheres de idades e origens raciais semelhantes que não tinham a doença e eram saudáveis. O lúpus é mais comum em mulheres do que em homens.
Além disso, os resultados mostraram que as erupções cutâneas da doença podem variar de irritações e dores articulares até disfunções renais graves que requerem diálise, acompanhadas por aumentos significativos no crescimento bacteriano de R. gnavus no intestino, juntamente com a presença de anticorpos especificamente moldados para se ligarem à bactéria, em amostras de sangue de pacientes. Os participantes do estudo com erupções renais apresentaram níveis especialmente altos de anticorpos contra R. gnavus.
Os autores dizem que as causas específicas do lúpus, que afeta cerca de 1,5 milhão de americanos, são desconhecidas, embora muitos suspeitem que os fatores genéticos sejam parcialmente responsáveis.
"Nosso estudo sugere fortemente que, em alguns pacientes, os desequilíbrios bacterianos podem estar impulsionando o lúpus e suas doenças associadas", diz o pesquisador sênior do estudo e imunologista Gregg Silverman. "Nossos resultados também apontam para vazamentos de bactérias do intestino como um possível gatilho do sistema imunológico da doença, e sugerem que o ambiente interno do intestino pode, portanto, desempenhar um papel mais crítico do que a genética em erupções renais desta doença fatal". diz Silverman, professor dos departamentos de Medicina e Patologia da NYU Langone Health. Ele também suspeita que os anticorpos contra R.gnavus provocam um ataque imune "contínuo e implacável" a órgãos envolvidos em explosões.
“Entre as conseqüências mais práticas da nova pesquisa”, Silverman diz, “está o desenvolvimento de testes sanguíneos relativamente simples para detectar anticorpos contra bactérias que vazaram, os quais, por sua vez, também poderiam ser usados para diagnosticar e rastrear a progressão e terapia do lúpus, mesmo nos estágios iniciais da doença”. Os testes atuais, ele afirma, são muitas vezes inconclusivos e dependem de sinais e sintomas que só aparecem após a doença já ter avançado.
Silverman, que também atua como diretor associado de reumatologia da NYU Langone, adverte que estudos maiores são necessários para confirmar como essas bactérias podem causar o lúpus. Mas, se futuros experimentos mostrarem resultados igualmente positivos, então isso pode resultar em mudanças das abordagens atuais para o tratamento da doença, que se concentram em medicamentos anticancerígenos imunossupressores para aliviar os sintomas e lesões nos rins.
Se os resultados do estudo forem validados, alguns tratamentos atuais podem, na verdade, estar causando danos se prejudicarem as defesas imunológicas gerais contra a infecção. Em vez disso, diz Silverman, futuros tratamentos podem incluir probióticos baratos ou regimes dietéticos que impedem o crescimento de R.gnavus e previnem crises. Transplantes fecais de indivíduos saudáveis também seriam uma possibilidade.
De modo alternativo, novos tratamentos também poderiam ser usados para promover o crescimento de Bacteroides uniformis - bactérias que impedem o crescimento de R.gnavus no intestino e cujos números diminuíram em até quatro vezes nos participantes do estudo com lúpus quando comparados àqueles sem o doença. Especialistas dizem que mais de mil tipos diferentes de bactérias compõem o microbioma intestinal humano, completa.
Para o estudo, os pesquisadores analisaram amostras de sangue e fezes dos participantes. Os pesquisadores ficaram surpresos ao encontrar fortes reações imunes de anticorpos contra o R.gnavus no sangue, porque o revestimento do intestino impede que a bactéria escape para outras partes do corpo. Os pesquisadores dizem que isso sugere que pequenos pedaços da bactéria, conhecidos como antígenos, devem ter "vazado" no intestino para desencadear a reação imunológica.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

A dieta mediterrânica é a melhor dieta que existe

As dietas vêm e vão e têm seu tempo na lista de tendências. O US News and World Report, no entanto, confirmou que a dieta mais saudável atualmente é a dieta mediterrânea.

Crédito de imagem: DarkBird / Shutterstock
Crédito de imagem: DarkBird / Shutterstock
Para este relatório, a equipe de especialistas classificou 41 diferentes dietas populares. Eles chegaram à conclusão unânime de que a dieta mediterrânea pode proporcionar benefícios de longo prazo à saúde. Eles nomearam a dieta DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão) como a segunda dieta mais saudável. A dieta DASH é recomendada para manter a hipertensão ou a hipertensão sob controle. Em terceiro lugar na lista estava uma dieta flexitária que é principalmente uma dieta vegetariana que permite uma porção ocasional de carne. O quarto lugar na lista foi partilhado pela dieta MIND focada no cérebro e a dieta do Vigilante do Peso e a 11ª na lista é a dieta vegetariana. A dieta vegana ocupa o 20º lugar na lista, a dieta Paleo ocupa o 33º lugar e as dietas Whole30 e Keto classificam 38 em conjunto. Dieta Keto tem sido mais notícia no ano passado, ganhando popularidade.
A dieta mediterrânica é rica em frutas, legumes, peixe, azeite, cereais integrais, legumes e nozes. Ovos, laticínios e aves podem ser adicionados a essa dieta. De acordo com especialistas, cada um desses componentes é saudável e fornece saúde e nutrição saudáveis. Eles acrescentam que esta dieta também é fácil de seguir e aderir ao contrário de outras dietas.

Estudos mostraram que a dieta mediterrânea também é benéfica para o intestino. O teor de fibra desta dieta pode ajudar a manter os movimentos intestinais lisos e regulares. A dieta também contribui para as bactérias intestinais saudáveis ​​que ajudam em inúmeras funções do corpo, incluindo imunidade e boa saúde geral. Os componentes anti-oxidantes e anti-inflamatórios desta dieta são também benéficos para retardar o processo de envelhecimento e melhorar a saúde do cérebro. Os componentes ricos em cálcio desta dieta são responsáveis ​​por melhorar a saúde óssea e muscular entre os consumidores, especialmente entre as mulheres pós-menopáusicas. A dieta mantém várias doenças na baía, incluindo diabetes, dislipidemia ou aumento do colesterol, perda de memória e demência, câncer de mama, depressão, etc. No geral, também ajuda a manter o peso corporal próximo do normal, dizem especialistas.
Para chegar à classificação da dieta, o painel de especialistas em doenças cardíacas, diabetes, nutricionistas, psicólogos de alimentos, etc. analisou a pesquisa disponível sobre dietas de diferentes relatórios, revistas científicas e outras fontes. Angela Haupt, editora-chefe assistente de saúde do US News and World Report, explicou que o ranking era baseado em sete categorias: “como é fácil de seguir, sua completude nutricional, sua capacidade de produzir resultados de curto e longo prazo. perda de peso, sua segurança e seu potencial para prevenir e controlar diabetes e doenças cardíacas. ”Ela disse que em 2018 o primeiro lugar no ranking de dieta era um empate entre a dieta mediterrânea e a dieta DASH.
De acordo com especialistas, o fator comum entre todas as principais dietas era o uso de frutas, legumes, feijão, legumes, grãos integrais, sementes, nozes e minimizando o uso de alimentos processados. Al Bochi, que é um porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética disse: “Os alimentos na dieta mediterrânica são realmente ricos em antioxidantes, vitaminas, minerais e fibras, que são todos os componentes-chave para a redução do risco de doença crônica.”
De acordo com Haupt, a razão por trás deste ranking de dietas é enviar uma mensagem pública sobre as dietas a seguir. Ela disse: “Novas tendências de dieta são dez centavos. Queremos fornecer informações abrangentes e confiáveis ​​que destacem os destaques da dieta e aqueles que não têm um bom desempenho em uma variedade de categorias diferentes. ”Ela disse:“ É uma chance para os especialistas ajudarem o público em geral a separar as dietas que estão procurando seus 15 minutos de fama de dietas que são baseadas no que sabemos sobre os fundamentos da alimentação saudável. Está realmente substituindo polêmica e confusão por consenso ”.
Fonte: https://www.news-medical.net

Trato reprodutivo feminino bloqueia o espermatozóide fraco ao atingir o óvulo

Um novo estudo descobriu que os espermatozóides com natação lenta são prejudicados por áreas estreitas do trato reprodutivo feminino, impedindo-os de alcançar um óvulo.

Espermatozoides fortes atingem o óvulo, enquanto espermatozóides fracos são bloqueados por obstáculos

Espermatozóides menos ativos podem nunca ter a chance de alcançar um óvulo devido a obstáculos dentro de áreas estreitas do trato reprodutivo feminino conhecido como estenoses.
Estritas incluem áreas como a abertura do útero para as trompas de falópio. O espermatozóide mais fraco nadando contra o fluxo de fluido ao longo do trato pode não ter a força necessária para superar com sucesso as correntes mais fortes que ocorrem em passagens estreitas, dando aos espermatozóides uma vantagem distinta.
Após a ejaculação, o espermatozóide deve percorrer todo o trato reprodutivo feminino antes de atingir um óvulo, superando uma série de obstáculos.
O trato reprodutivo feminino inclui a vagina, o colo do útero, o útero e as trompas de falópio. A jornada é toda feita a montante contra fluidos que fluem em diferentes velocidades em diferentes partes do trato.
O efeito que áreas estreitas do trato reprodutivo têm sobre a capacidade de um espermatozóide para chegar a um óvulo não foi estudado anteriormente, com investigações anteriores focando na maneira como o espermatozóide fica próximo às paredes do trato reprodutivo para efetivamente guiar-se para o óvulo. um ovo.
Muitos estudos têm feito uso de longos canais de natação retos, que não refletem com precisão as condições dentro do trato reprodutivo feminino. Como o fluido flui mais rápido nas restrições, o espermatozóide deve exercer um esforço extra para ultrapassá-lo.
Embora o engenheiro mecânico David Sinton não tenha participado do estudo, ele disse que os dispositivos usados ​​para estudar como o esperma se movia testavam “resistência e corrida” e que ele acredita que “ambas as habilidades são necessárias” dentro do trato reprodutivo.
Para este estudo, um dispositivo “microfluídico” foi usado, juntamente com simulações de computador que imitavam com precisão as larguras variadas do trato reprodutivo.
Usando esperma de homens e touros, foi observado que os nadadores mais fortes começaram a se mover em um caminho em forma de borboleta e conseguiram atravessá-lo com sucesso, enquanto espermatozóides mais fracos foram lavados para trás.
O co-autor do estudo, Alireza Abbaspourrad, explica que "o efeito geral dessas estenoses é evitar que o espermatozoide vagar e selecionar o esperma com maior motilidade".

Um biofísico da Universidade de Cornell, Abbaspourrad acrescentou que "a parte mais surpreendente para nós era a forma como os espermatozóides nadam neste caminho em forma de borboleta".
Isso efetivamente forma uma hierarquia na qual os espermatozoides com maior mobilidade estão mais próximos da estenose.
Um experimento mostrou que um único espermatozóide nadando a 84,2mm por segundo era capaz de passar por uma das restrições, enquanto as correntes empurravam o outro espermatozóide de volta, com os nadadores mais fracos recuando o mais tardiamente.
Allan Pacey, professor de andrologia da Universidade de Sheffield, explicou que os resultados "mostram que somente os espermatozóides mais rápidos e, portanto, supostamente melhores, podem passar por essas estreitonas contra um fluxo de fluido", e que "faz perfeito sentido biológico e ajudar a explicar como o trato reprodutivo feminino é capaz de garantir que os melhores espermatozóides cheguem ao óvulo ”.
Fonte: https://www.news-medical.net

Dengue pode gerar imunidade contra zika

Dengue pode gerar imunidade contra zika

Estudo apresenta novas evidências de que infecção prévia pelo primeiro vírus pode gerar anticorpos que inviabilizam a ação do segundo no organismo humano.